Português para estrangeiros.
Este blog foi criado para compartilhar atividades que uso com meus alunos de PLE.
O blog apresenta atividades tanto para alunos quanto para professores de PLE.
Torne-se um seguidor deste blog. / Portuguese for foreigners.
This blog was created to share activities that I use with my students of Portuguese as a foreign language.
The blog features activities for both students and teachers of Portuguese as a foreign language.
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Leia as perguntas antes de assistir ao vídeo. Depois assista ao vídeo e responda às perguntas.
1. O que o Dr. Caneta disse que consertava?
2. Há quanto tempo Roberto Marques trabalha neste ramo?
3. Em que ele é especialista?
4. Cite alguns dos lugares de onde ele recebe encomendas.
5. Quanto custa, em média, o serviço?
6. Como ele aprendeu a profissão?
7. O que ele faz quando não acha uma peça que precisa?
8. Sr. Roberto teme que a profissão dele desapareça? Por quê?
Composição : Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown
e Marisa Monte
Complete os espaços com os verbos que escutar na música.
Já ___________ namorar
Já _________ beijar de língua
Agora, só me ________sonhar
Já __________ onde ir
Já __________ onde ficar
Agora, só me falta __________
Não __________ paciência
pra televisão
Eu não __________ audiência
para a solidão
Eu __________ de ninguém
Eu __________ de todo mundo
E todo mundo me _________ bem
Eu __________ de ninguém
Eu ____________ de todo mundo
E todo mundo é meu também
Já sei namorar
Já sei chutar a bola
Agora, só me falta __________
Não _________ juiz
Se você quer a vida em jogo
Eu __________ é ser feliz
Você conhece a história dos calendários? Ao longo dos séculos a humanidade
desenvolveu diversos calendários. O objetivo inicial era prever as estações,
determinar épocas ideais para plantio e colheitas ou mesmo estabelecer quando
deveriam ser comemorados feitos militares ou realizadas atividades religiosas.
Alguns desses calendários continuam em uso, como o Judeu e o Muçulmano.
Segundo reza a lenda, o calendário romano foi criado por Rômulo, o fundador de
Roma, 753 anos antes de Cristo. O ano compreendia 304 dias e tinha 10 meses ,
Martius, Aprilis, Maius, Junius, Quintilis, Sextilis, September, October,
November e December.
Por volta de 700 A.C., o segundo rei de Roma, Numa Pompílio, acrescentou 2
meses ao início do calendário, Januarius e Februarius, ampliando o ano para 355
dias. Isso fez com que os meses cujos nomes indicavam posição na seqüência do
calendário perdessem o sentido original. Setembro de sétimo, outubro de oitavo,
novembro de nono e dezembro de décimo.
Os dias do mês não eram identificados por números como hoje, mas divididos em
três partes: calendas, nonas e idos. Daí a expressão "idos de março",
que corresponde a 15 de março. Calendas era o primeiro dia do mês.
Como o calendário de 355 dias rapidamente se desalinhava das estações, passaram
a ser intercalados meses para a correção. Mesmo assim, foi acumulado desvio tão
grande que o imperador Júlio César ao retornar da conquista do Egito,
determinou a reforma do calendário, utilizando os conhecimentos egípcios que
baseavam-se no sol. A partir de 1º de janeiro de 45 AC, Roma ganhou novo
calendário.
No calendário juliano o primeiro dia do ano passou de março para janeiro e o
total de dias foi aumentado de 355 para 365, com 1 dia extra adicionado a cada
4 anos.
Esse dia adicional caía em fevereiro. Não no final desse mês, mas antes do
sexto calendas (dia 25), chamado por isso de bis-sexto calendas.
Em honra aos césares, o senado romano mudou o nome do mês Quintilius para Julius (julho) e Sextilius para Augustus (agosto).
Durante os próximos séculos coexistiram três formas de nomear os dias do mês: a
romana , com calendas, nonas e idos e a numérica, 1º a 28, 29 30 ou 31 e a mais
popular, atribuindo nomes de santos e de festas a cada um.
A Europa cristã, que sucedeu o Império romano, adotou o calendário de Júlio
César e 1627 anos depois, em 1582 o Papa Gregório XIII assina a bula que dá
origem ao calendário gregoriano, de 365 dias, 5h 48m e 20s em uso até hoje.
No calendário gregoriano temos três anos de 365 dias seguidos por um de 366
dias, denominado bissexto. De 400 em 400 anos , três anos bissextos são
suprimidos. Foi imediatamente aceito nos países católicos, só o foi pela
Grã-Bretanha e colônias em 1752, Japão em 1873, Rússia em 1923 e pela China em
1949.
Algumas nações que adotavam o calendário juliano, mantinham a comemoração do
ano novo em 25 de março, estendendo a festividade até o primeiro dia de abril.
Entre elas a Inglaterra e a França.
Com a adoção do calendário gregoriano, o ano novo passou oficialmente para 1º
de janeiro. Como os menos avisados continuavam a festejá-lo segundo o costume
antigo, 1º de abril ficou conhecido como o dia dos tolos.
Mesmo aprimorado e agora universal, nosso calendário ainda traz erro em relação
ao ano solar verdadeiro: 25,96768 segundos por ano. Isso significa que em 4909
DC estaremos adiantados um dia inteiro.
Extraído de agendas by Editoriale Johnson
EXERCÍCIOS
1) Interpretação de Texto:
a) Por que foi inventado o calendário?
b) Qual foi o povo cujos conhecimentos colaboraram para a elaboração do
calendário romano?
c) Como é denominado o nosso calendário?
d) O que é o ano bissexto?
e) Por que o dia 1º de abril é conhecido como o dia dos tolos ou da mentira?
f) Quem foi o criador do calendário romano?
g) Todos os países adotaram ao mesmo tempo o calendário gregoriano?
2) Vocabulário:
Com a ajuda de um dicionário, se for preciso, descreva o significado das
palavras abaixo:
a) ampliar
b) intercalar
c) desalinhar
d) honra
e) césar
f) coexistir
g) suceder
h) bula
i) suprimir
j) estender
Nas palavras
terminadas em –ês, por serem oxítonas, no singular levam acento
circunflexo. No plural, com o acréscimo de –es, passam de oxítonas a
paroxítonas, e por essa razão, perdem o acento.
2. Em palavras
paroxítonas terminadas em –s, o plural permanece inalterado:
o lápis > os
lápis
o ônibus > os ônibus
simples > simples
3. As palavras
terminadas em –x também são invariáveis:
o tórax > os
tórax
o fax > os fax
4. As palavras
terminadas em –m, passam a ter –ns:
bom>bons
garagem>garagens
5. Palavras
terminadas em -l sofrem as seguintes alterações:
7. Alguns
substantivos terminados em –o, paroxítonos, e que apresentam vogal tônica –o-
fechada, no plural passam a ter pronúncia dessa vogal de forma aberta:
o corpo – os corpos
o porto – os portos
o caroço – os caroços
o esforço – os esforços
o fogo – os fogos
o imposto – os impostos
o jogo – os jogos
o olho – os olhos
o osso – os ossos
o poço – os poços
o posto – os postos
o povo – os povos
Referência
Bibliográfica:
CUNHA, C. –
Gramática do Português Contemporâneo – Belo Horizonte: Ed. Bernardo
Álvares S.A., 1976. 6ª. Ed.
Exercícios:
Passe para o plural:
1.
Este documento não é original, é xerox.
...............................................................................
2.
O turista precisa usar chapéu na praia.
...............................................................................
3.
Depois da eleição, o eleitor vai saber quem é o vencedor.
...............................................................................
4.
Pão alemão é ótimo.
...............................................................................
5.
Esta árvore tem uma raiz profunda.
...............................................................................
6.
O vendedor mostrou o móvel para a sala.
...............................................................................
7.
Recebi um fax ilegível.
...............................................................................
8.
Traga a xícara, o píres e a colher.
...............................................................................
9.
O vendedor embrulhou o atlas em papel verde.
..............................................................................
10.
Isto é reação infantil!
...............................................................................
11.
O fóssil do réptil está no museu.
...............................................................................
12.
Ela é muito gentil e agradável.
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13.
Meu irmão é difícil.
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14.
O farol do automóvel está quebrado.
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15. O cão não entra no saguão do hotel.
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begginer level
Assista ao vídeo e responda às perguntas:
Velha História - Mário Quintana
"Era uma vez um homem que estava pescando, Maria.
Até que apanhou um peixinho!
Mas o peixinho era tão pequenininho e inocente, e tinha um azulado tão indescritível nas escamas, que o homem ficou com pena.
E retirou cuidadosamente o anzol e pincelou com iodo a garganta do coitadinho. Depois guardou-o no bolso traseiro das calças, para que o animalzinho sarasse no quente.
E desde então, ficaram inseparáveis. Aonde o homem ia, o peixinho o acompanhava, a trote, que nem um cachorrinho. Pelas calçadas. Pelos elevadores. Pelos cafés. Como era tocante vê-los no "17"!
O homem, grave, de preto, com uma das mãos segurando a xícara de fumegante moca, com a outra lendo o jornal, com a outra fumando, com a outra cuidando do peixinho, enquanto este, silencioso e levemente melancólico, tomava laranjada por um canudinho especial...
Ora, um dia o homem e o peixinho passeavam à margem do rio onde o segundo dos dois fora pescado. E eis que os olhos do primeiro se encheram de lágrimas. E disse o homem ao peixinho: "Não, não me assiste o direito de te guardar comigo. Por que roubar-te por mais tempo ao carinho do teu pai, da tua mãe, dos teus irmãozinhos, da tua tia solteira? Não, não e não! Volta para o seio da tua família. E viva eu cá na terra sempre triste!..."
Dito isso, verteu copioso pranto e, desviando o rosto, atirou o peixinho n’água. E a água fez redemoinho, que foi depois serenando, serenando... até que o peixinho morreu afogado..."
(Quintana, 1976, p. 105)
Responda:
1. Conte com suas próprias palavras a história que você leu.
2. Quais palavras você não conhece no texto
3. Você imaginava que a historia terminasse assim? Por que será que o peixinho morreu afogado?
4. Observe as palavras em negrito e em itálico no texto. Por que elas foram usadas nestes momentos? Qual a intenção do autor em usá-las?